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Centro de Saúde e Vacinação

Dra. Carla Abreu

Pediatra

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Tudo que sua família precisa saber

Dra. Carla Abreu
Pediatra · CRM 13806 PR · RQE 10191
"Cuidando com amor desde o primeiro dia de vida"
JMB Tecnologia
Calendário de Vacinação
Calendário Nacional 2026 · Criança 0–9 anos
Curadoria: Dra. Carla Abreu · Pediatra · MedClínica
Vacinar é a melhor forma de proteger seu filho. Desde o nascimento, as vacinas garantem proteção duradoura contra doenças graves. Nos primeiros 1.000 dias de vida são essenciais para toda a vida. Mantenha o cartão sempre em dia! 💚
Ao Nascer
Maternidade
Hepatite B
1ª Dose
Protege contra hepatite B e hepatite D
BCG
Dose Única
Formas graves de tuberculose · hanseníase
2 Meses
Primeira visita pós-alta
Penta (DTP+Hib+HB)
1ª Dose
Difteria, tétano, coqueluche, H. influenzae tipo b, hepatite B
Poliomielite Inativada (VIP)
1ª Dose
Paralisia infantil
Pneumocócica 10-valente
1ª Dose
Doenças pneumocócicas invasivas
Rotavírus Humano
1ª Dose
Gastrenterite viral (diarreia, vômito)
3 Meses
Meningocócica C
1ª Dose
Meningite, encefalite por meningococo tipo C
4 Meses
Penta (DTP+Hib+HB)
2ª Dose
Difteria, tétano, coqueluche, H. influenzae tipo b, hepatite B
Poliomielite Inativada (VIP)
2ª Dose
Paralisia infantil
Pneumocócica 10-valente
2ª Dose
Doenças pneumocócicas invasivas
Rotavírus Humano
2ª Dose
Gastrenterite viral
5 Meses
Meningocócica C
2ª Dose
Meningite por meningococo tipo C
6 Meses
Penta (DTP+Hib+HB)
3ª Dose
Difteria, tétano, coqueluche, H. influenzae tipo b, hepatite B
Poliomielite Inativada (VIP)
3ª Dose
Paralisia infantil
Influenza Trivalente
1ª Dose
Gripe (anual até 5 anos)
Covid-19
1ª Dose
Formas graves de Covid-19
7 e 9 Meses
Covid-19
2ª e 3ª Doses
Formas graves de Covid-19
Febre Amarela
1 Dose (9 meses)
Febre amarela (avaliar risco regional)
12 Meses
1 Aninho! 🎂
Pneumocócica 10-valente
Reforço
Doenças pneumocócicas invasivas
Meningocócica ACWY
1 Dose
Meningite por meningococos A, C, W, Y
Tríplice Viral SCR
1ª Dose
Sarampo, caxumba, rubéola
15 Meses
DTP
1º Reforço
Difteria, tétano, coqueluche
Poliomielite Inativada (VIP)
Reforço
Paralisia infantil
Tríplice Viral SCR
2ª Dose
Sarampo, caxumba, rubéola
Varicela
1ª Dose
Catapora (varicela)
Hepatite A
1 Dose
Hepatite A
4 Anos
DTP
2º Reforço
Difteria, tétano, coqueluche
Febre Amarela
Reforço
Febre amarela
Varicela
2ª Dose
Catapora
9–14 Anos
HPV4
1 Dose
Papilomavírus humano · prevenção de cânceres
Cuidados com a Pele
Recém-nascido e Lactente
Curadoria: Dra. Carla Abreu · Pediatra · MedClínica
🧴
Vérnix Caseoso
Não remova o vérnix nas primeiras horas de vida. Essa camada natural protege e hidrata a pele do bebê.
🛁
Primeiro Banho
Deve ser realizado após 24 horas do nascimento. Pode ser adiado pelo mínimo de 6 horas quando não há indicação formal de banho precoce.
🫧
Sabonete Ideal
Sabonetes líquidos infantis e especialmente os sindets são os mais recomendados para recém-nascidos e lactentes.
💧
Hidratação
Hidratantes podem ser usados desde o período neonatal, de preferência após o banho, diariamente ou ao menos 3× por semana.
🌿
Óleos Naturais
Possuem potencial calmante, atividade antimicrobiana e anti-inflamatória, hidratam e diminuem irritações. Atenção à escolha: nem todo óleo é indicado para bebês.
🏥
Coto Umbilical
Em partos hospitalares, mantenha o coto umbilical apenas limpo e seco. O uso de antissépticos tópicos não é necessário.
👶
Dermatite de Fralda
A chave é a prevenção: troca frequente de fraldas, limpeza suave, exposição da pele ao ar e uso de cremes de barreira.
☀️
Proteção Solar
Evite exposição direta ao sol em menores de 6 meses. Após os 6 meses, use filtros solares minerais.
✂️
Unhas
Mantenha as unhas limpas, curtas e cortadas em linha reta para evitar arranhões e infecções.
🧴
Xampu
Não é essencial para o couro cabeludo do bebê — é uma questão de preferência pessoal ou cultural.
⚠️ Atenção especial Produtos de uso tópico podem ser absorvidos pela pele do bebê, com riscos de toxicidade. Sempre consulte a pediatra antes de usar qualquer produto. Em prematuros, a função de barreira da pele está significativamente comprometida e exige cuidados específicos.
Aleitamento Materno e Cólicas
Guia editorial para mães, pais e cuidadores
Curadoria: Dra. Carla Abreu · Pediatra · MedClínica
Resumo clínico-humanizado

Entender o comportamento do bebê reduz ansiedade e melhora a condução do cuidado.

Nos primeiros meses, é comum surgir a dúvida entre o que faz parte da adaptação do bebê e o que merece avaliação mais próxima. O aleitamento materno continua sendo a base da nutrição e do vínculo, enquanto as cólicas costumam representar um período transitório de desconforto, e não necessariamente um problema grave.

Dra. Carla Abreu
Pediatra · MedClínica · Santo Antônio da Platina
Orientação confiável e prática

Resumo executivo

Cólicas do lactente costumam aparecer nas primeiras semanas, com choro mais intenso em alguns horários, especialmente no fim do dia. Isso pode coexistir com ganho de peso adequado, mamadas eficientes e exame físico normal. O foco é observar contexto, padrão do choro, qualidade das mamadas e sinais de alerta, evitando interpretações precipitadas e mudanças desnecessárias na alimentação.

O que são as cólicas do lactente

O termo descreve episódios de irritabilidade e choro em um bebê que, fora desses momentos, costuma se manter saudável, ativo e com desenvolvimento esperado. Em muitos casos, o intestino ainda está amadurecendo, o padrão de sono é irregular e a comunicação do bebê acontece principalmente pelo choro.

Qual a relação com o aleitamento materno

O leite materno continua sendo a melhor escolha para a maioria dos bebês. Nem todo choro após a mamada significa que o leite “não sustentou” ou que existe alergia. Antes de pensar em troca de fórmula, o ideal é revisar pega, posição, frequência das mamadas, esvaziamento adequado da mama e o ritmo do bebê durante a sucção.

Sinais esperados

  • Choro mais intenso em períodos específicos, com melhora espontânea depois.
  • Bebê mamando, urinando e evacuando dentro do esperado para a idade.
  • Ganho de peso adequado e intervalos em que o bebê permanece calmo.
  • Abdome ocasionalmente distendido, mas sem piora progressiva.

Sinais de atenção

  • Febre, prostração, recusa persistente das mamadas ou dificuldade respiratória.
  • Vômitos repetidos, sangue nas fezes, barriga muito endurecida ou distensão importante.
  • Perda de peso, ganho insuficiente ou redução importante de urina.
  • Choro inconsolável fora do padrão habitual ou mudança brusca do comportamento.

Mitos e confusões comuns

  • Nem toda cólica indica intolerância ao leite materno.
  • Nem todo choro significa fome.
  • Suspender aleitamento sem avaliação pode piorar a adaptação do bebê e aumentar a insegurança da família.
  • Chás, receitas caseiras e medicamentos por conta própria não devem substituir orientação pediátrica.

Orientações práticas gerais

  • Amamente com calma, observando pega e conforto materno.
  • Evite excesso de estímulo quando o bebê estiver mais irritado.
  • Mantenha colo, contenção suave, ambiente mais silencioso e pausas para arrotar quando fizer sentido.
  • Observe o padrão ao longo dos dias, em vez de decidir apenas por um episódio isolado.

Quando buscar avaliação profissional

Sempre que a família perceber algo fora do padrão, sentir insegurança diante da intensidade do choro ou notar qualquer sinal de alerta, a melhor decisão é pedir avaliação. Em pediatria, contexto e exame clínico fazem diferença. Uma conduta segura evita tanto atrasos no diagnóstico quanto intervenções desnecessárias.

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Cuidados com o Bebê Prematuro — Parte II
Continuação da live SBP: desenvolvimento, alta hospitalar e cuidados em casa.
Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria · sbp.com.br